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Cruzeiro: Ex-volante Fabrício relembra polêmica com Cuca e explica saída do clube

Ex-jogador de 39 anos deu entrevista para o programa ‘Bastidores’, da Itatiaia

Por Redação, 13/10/2021 às 17:58
atualizado em: 13/10/2021 às 18:06

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Foto: Washington Alves/Vipcomm
Washington Alves/Vipcomm

Fabrício jogou no Cruzeiro entre 2008 e 2011

O ex-volante Fabrício, que atuou no Cruzeiro entre 2008 e 2011, concedeu entrevista para o programa Bastidores da Rádio Itatiaia, nesta terça-feira (12), e falou sobre a sua saída do time e sobre uma suposta briga com Cuca, treinador da equipe em 2011.

Fabrício participou de campanhas marcantes da história da Raposa, como o vice-campeonato da Libertadores, em 2009 e a goleada por 6 a 1 sobre o Atlético, em 2011, ano em que o time se salvou do rebaixamento na última rodada do Brasileirão.

O ex-volante trocou o clube celeste pelo São Paulo, em 2012, mas afirmou que inicialmente seu desejo era ficar em Belo Horizonte.

“Eu queria muito ficar. Sempre falava com o meu empresário, mas aquele ano foi conturbado. Às vezes, eu falava e cobrava lá dentro. Por isso, deixei algumas pessoas chateadas porque elas não gostavam que eu falava algumas coisas. Na época, acho que o diretor era o Dimas. Lembro até que, na saída do Cuca, alguém da imprensa me perguntou o que precisava mudar, aí eu falei que precisava mudar tudo. Mas eu não coloquei isso em relação ao técnico. O que precisava mudar era gente. Sabemos que comissão técnica é importante, mas o que mais conta são os jogadores dentro de campo, atitude, o dia a dia, os treinamentos, a concentração”, disse.

Fabrício negou que tenha tido uma desavença com Cuca e revelou uma reunião com o treinador.

“Logo depois de um jogo, eu falei sobre atitude. No outro dia, o Cuca pediu pra ir embora. Aí ficou em evidência a minha entrevista. Mas logo depois tivemos uma conversa. Sentaram eu, Cuca e Dimas, conversamos bastante. Nunca tive nada contra o Cuca, ele é muito bom, sempre gostei de trabalhar com ele, porque ele arma os times muito bem defensivamente. Mas nenhum treinador deu certo com a gente. Mesmo assim ficou esse clima com a diretoria”, contou.

Fabrício sempre foi conhecido por ser um volante de muita raça e disposição dentro e fora dos gramados, sendo também um líder dos elencos que integrou. Ele falou sobre o seu temperamento e o quanto se importava com as atuações e resultados da equipe, mesmo que o Cruzeiro estivesse enfrentando um mau momento, como foi em 2011.

“Sabemos que muita gente, se perdeu ou se ganhou, não está nem aí. A maioria é assim, só quer saber do final do mês o salário na conta e boa. Não sou hipócrita de falar que salário não era importante pra mim, claro que era. [...] Mas eu sentia a derrota. Às vezes, eu chegava em casa quando perdia e minha esposa sabia que eu não queria nem papo, era difícil pra mim. Eu ficava revoltado com alguns jogadores. Sempre conversava, nunca fui de brigar. Tinham alguns discussões acaloradas, mas não passava disso”, completou.

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