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Aumentam casos de caxumba em Minas Gerais; vacinar previne a doença

Por Jacqueline Moura/Itatiaia, 29/04/2019 às 09:40
atualizado em: 29/04/2019 às 10:00

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Minas Gerais atravessa um período difícil em relação ao aumento de casos de doenças. Como se não bastasse a forte epidemia de dengue em todo estado, números divulgados recentemente revelam que a caxumba teve um crescimento significativo nos últimos quatro anos. Em 2015 foram registrados 1.371 casos; já em 2018 este número subiu 204% por cento chegando a 4.166 contabilizados. O maior índice da doença se dá entre crianças, jovens, e adultos antes dos 29 anos. 

O vírus da caxumba é contagioso e causa febre, dor de cabeça, inchaço nas glândulas da saliva, debaixo da língua e na mandíbula. Os sintomas podem durar de 7 a 10 dias e a doença pode se contraída no ar ou por meio de objetos. “De modo geral o tratamento da doença evolui muito bem, o grande risco são as formas de meningite ou encefalite que podem aparecer em decorrência do vírus da caxumba, mas isso não tem ocorrido nos surtos registrados pela secretaria”, alerta Lúcia Paixão, Diretora de Promoção a Saúde e Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte. 

A melhor maneira de prevenir a Caxumba é a vacinação, por isso, os pais devem ficar atentos às vacinas contra a doença, que devem ser dadas em duas doses aos 12 e 15 meses de idade.

“Como o maior índice da doença está entre crianças, jovens e adultos antes dos 29 anos de idade, isso significa que esses pacientes não tomaram as duas doses da vacina ou que receberam a vacina, mas proteção contra a caxumba vai perdendo força ao passar dos anos. Há uma discussão, em andamento, que prevê a aplicação de mais uma dose da vacina, mas ainda não existe definição sobre isso” explica.

A médica da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte ainda detalha que diante dos casos positivos para caxumba é feito um mutirão vacinal nas pessoas mais próximas à pessoa que está com a doença. ‘É um mutirão seletivo. Primeiro é verificado se o indivíduo já tomou as doses ou se ainda necessita tomar alguma dose, de acordo com o cartão de vacina. Essa vacinação é feita em creches, escolas, faculdades e em empresas que tenha concentração de muitos jovens”, detalha Lúcia Paixão. 

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