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Após ser chamado de ‘bobão’ por Perrella, vice do Atlético rebate: ‘Bobo é ele’

Por Redação , 07/11/2019 às 18:17
atualizado em: 08/11/2019 às 10:28

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Foto: Bruno Cantini / Atlético
Bruno Cantini / Atlético

Às vésperas do clássico entre Cruzeiro e Atlético, pelo Campeonato Brasileiro, o clima nos bastidores já começou a ficar agitado. Após ser chamado de “bobão” pelo gestor de futebol do clube celeste, Zezé Perrella, por ter criticado no Twitter a declaração do técnico Abel Braga, que reclamou da atuação do VAR nos últimos jogos da Raposa, o vice-presidente alvinegro, Lásaro Cândido da Cunha, rebateu a fala do dirigente.

Em entrevista à Itatiaia, Lásaro respondeu à fala de Zezé ao portal Superesportes. “Ele disse que não fala com vice. Eu também poderia dizer que não falo com interventor. Com interventor eu não falo. Quem é esse interventor para falar comigo. Aliás, nós somos muito bobos. Em todos os foros jurídicos que nós já estivemos com eles em clássicos, eles pagaram mais de R$ 1 milhão só de multa por descumprir regras de ingressos e etc. Fora outras coisas. Então, o senhor Zezé Perrella tem que crescer muito, está muito baixinho, muito pequenininho para chamar os outros de bobo. Bobo é ele que não tem estatura para rebater nestes termos. Seja educado rapaz!”, declarou.

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Mais cedo, o vice atleticano afirmou no Twitter que o Cruzeiro conquistou o Campeonato Mineiro ‘na mão grande’ e criticou as declarações de Abel Braga contra as decisões recentes do VAR contra o Cruzeiro.

Questionado pelo Superesportes sobre a atitude do alvinegro, Zezé disse: “Quando o presidente do Atlético falar alguma coisa, eu respondo. Esse cara aí para mim não é ninguém. É apenas um bobão. Não vale a pena responder”. “Quando ele tiver uma historinha no futebol, eu respondo ele. Ele não é ninguém.”

Lásaro ironizou as reclamações do Cruzeiro contra o VAR e citou alguns exemplos recentes, como o pênalti assinalado pelo árbitro de vídeo em Orejuela no empate em 1 a 1 com o Internacional, no Mineirão.

“Chega a ser piada o Cruzeiro reclamar de arbitragem. Só para dar dois exemplos muito recentes. Em um jogo contra o Inter que se criou um pênalti, e coincidentemente foi o mesmo árbitro que apitou a final do Campeonato Mineiro, o senhor Wagner do Nascimento inventou um pênalti que foi inexistente”, apontou se equivocando em relação ao árbitro da segunda decisão do Estadual.

Na verdade, Wagner do Nascimento apitou o primeiro clássico da final do Mineiro. O árbitro que deu o pênalti no segundo jogo da decisão – cometido por Leonardo Silva, que colocou a mão na bola dentro da área depois de dar um carrinho – foi Leandro Bizzio Marinho. “Depois, contra o Bahia, o jogador deu uma cotovelada na boca do jogador do Bahia e não aconteceu absolutamente nada”, criticou.

O vice-presidente do Atlético relembrou, agora de forma acertada, do lance em que o árbitro Wagner do Nascimento Magalhães teria ignorado a recomendação do VAR em um suposto pênalti em Igor Rabello no fim da etapa inicial do primeiro clássico.

“Vamos recordar que no jogo do Campeonato Mineiro, quando das discussões do VAR, ficou claro que o árbitro sequer respeitou os protocolos. Os torcedores vão se lembrar de um pênalti que ocorreu no último lance do primeiro tempo em cima do Igor Rabello. O pessoal do VAR pediu para não encerrar o primeiro tempo e ele rapidamente encerrou dizendo que estava tudo limpo”, finalizou.

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