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Após 4 meses da tragédia, Bombeiros ainda procuram 28 vítimas da Vale em Brumadinho 

Por Redação , 25/05/2019 às 10:43
atualizado em: 25/05/2019 às 13:24

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Foto: Mônica Miranda/Itatiaia
Mônica Miranda/Itatiaia

O crime socioambiental da Vale em Brumadinho, na Grande BH, completa quatro meses neste sábado, mesmo dia que moradores de Barão de Cocais, lado central do estado, são aterrorizados com a iminente queda de um talude que pode resultar em outro rompimento de barragem em Minas.

Em Brumadinho, onde o trabalho de resgate continua e não tem dada para terminar, o clima é de tristeza, saudade e dor. O rompimento da barragem da Vale em Córrego do Feijão, no dia 25 de janeiro, deixou 272 mortos, sendo que 28 corpos ainda não foram encontrados.

Vários atos estão programados para este sábado, como a homenagem '120 dias sem nossas joias'. Às 12h28, horário exato do rompimento da barragem, os nomes das vítimas serão lidos e, em seguida, haverá um culto ecumênico. 

Lama no rio 

Relatório de uma expedição realizada por um conjunto de órgãos ambientais aponta que os rejeitos que vazaram na tragédia de Brumadinho (MG) não atingiram o Rio São Francisco. Mais de 4 mil dados e amostras foram coletados ao longo de aproximadamente 250 quilômetros de rios e lagos, segundo informou o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), vinculado à Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad).

"Os resultados obtidos até o momento permitem afirmar, com segurança técnica, que não há, até a presente data, evidências de que os rejeitos minerários oriundos do rompimento da barragem tenham ultrapassado os limites do reservatório de Retiro Baixo e atingido o lago de Três Marias e o Rio São Francisco", registra nota divulgada pelo Igam.

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