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Após a derrota para o Real Garcilaso por 2 a 1, de virada, nesta quarta-feira, o Cruzeiro saiu de campo contrariado com a situação encontrada no Peru no duelo de estreia na Copa Libertadores.

Situação precária no Peru

Por Editoria de web , 13/02/2014 às 03:57
atualizado em: 08/08/2016 às 11:05

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Após a derrota para o Real Garcilaso por 2 a 1, de virada, nesta quarta-feira, o Cruzeiro saiu de campo contrariado com a situação encontrada no Peru no duelo de estreia na Copa Libertadores. O diretor de futebol, Alexandre Mattos, ficou bastante irritado com o tratamento recebido desde a chegada à cidade de Huancayo até o término da partida.

Para o dirigente, o Garcilaso ganhou em campo, mas a equipe celeste saiu fortalecida para o restante da competição depois dos episódios de desrespeito. Mattos ainda avisou que o Cruzeiro irá fazer uma reclamação junto à Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol). Um exemplo é a precariedade do estádio de Huancayo, que não tinha água no vestiário dos visitantes.

“Jogaram bola, ganharam, mas o que fizeram aqui... Não tem água ali dentro, mas isso é um aprendizado. O Cruzeiro vai muito forte nesta Libertadores. Os caras estão de cabeça erguida e vão muito forte nessa Libertadores. Eu estou falando para a torcida: vai muito forte. Porque o que fizeram aqui hoje, mexeram com um gigante, e nós vamos atropelar agora. O que fizeram com o Tinga foi uma palhaçada, uma sacanagem, isso é um bando de covarde e de babaca”, esbravejou referindo-se aos atos de racismo contra o volante cruzeirense durante o jogo.

“É um retrocesso da humanidade. Eu sou educado, não vou falar o que eles são. Vocês viram o nível que é a raça que é. A gente respeita, não somos assim. Vamos ter respeito, coisas que eles não tiveram. São covardes. O Tinga é homem, passa por cima dessas coisas. É pensar pequeno, em um lugar pequeno, que não devia nem existir futebol”, reclamou.

Depois de disparar contra o estádio e o comportamento dos torcedores, o diretor de futebol atacou a passividade da Conmebol em casos como este e reafirmou que o Cruzeiro vai reverter dentro de campo. “Aprendemos. E vamos muito fortes, atropelar quem aparecer, vamos mesmo, não vai ficar assim. Se precisar de ir lá na Conmebol e tiver que fazer alguma coisa, nós vamos fazer porque eles têm que aprender que futebol é coisa séria, responsável e vale milhões, mas eles brincam com isso. Um jogo deste aqui teria que ter sido em Lima. No jogo de volta, os jogadores vão dar a vida para atropelar esse time”, concluiu.

Foto: Divulgação/Cruzeiro

Ouça a entrevista completa com o diretor de futebol do Cruzeiro:

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