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Lições russas em verde e amarelo

Faltaram, pela ordem: gols, um líder, um cara decisivo e outros motivos que o tempo há de completar ou corrigir esta lista

07/07/2018 às 03:47
Lições russas em verde e amarelo

O hexa fica para 2022. Até lá a esperança se renova.

O gosto amargo da derrota ainda causa ressaca e uma leve dor de cabeça.

Os sintomas são de todos. Jogadores e torcedores na mesma rima de quem ama o futebol de maneira única no planeta terra.

Faltaram, pela ordem: gols, um líder, um cara decisivo e outros motivos que o tempo há de completar ou corrigir esta lista.

Porém, o trabalho do Tite e da comissão técnica tem que prosseguir. Acertos virão com a experiência de quem nunca havia disputado uma Copa do Mundo. Um ciclo quadrienal será fundamental para desenvolver o trabalho.

O próximo Mundial do Qatar começou imediatamente após a derrota para a Bélgica e suas reflexões.

Em setembro, nos amistosos nos Estados Unidos, já deveremos mostrar a tal renovação para o futuro. 

Como disse Emanuel Carneiro na Turma do Bate Bola minutos depois da eliminação, não houve tragédia igual o 7 x 1 do Mineirão e nem terra arrasada. 

Seu Adenor conseguiu resgatar o gostinho de torcer pela Seleção Brasileira e, por isso, merece continuar para fazer o hexa chegar. 

Não deu. Ficaram lições russas em verde e amarelo. 

Segue o jogo!

Foto: André Mourão / MoWA Press

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