Mateus Castanha

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Atlético

Uma incógnita chamada Atlético

Uma incógnita chamada Atlético

15/03/2017 às 10:46

Já estamos na metade de março, mas ainda assim é muito difícil dizer o que, de fato, podemos esperar do Atlético de Roger Machado. Nas últimas quatro temporadas, neste mesmo período do ano, o Galo já tinha encarado algumas pedreiras na Libertadores e mostrado sua ‘cara’ nos jogos grandes. Claro, não era nada definitivo, mas já servia como um bom parâmetro para identificarmos as principais virtudes e defeitos do time.

Acontece que o calendário mudou, a maior competição do continente ficou mais espaçada e as grandes partidas no começo do ano minguaram. Com exceção de Cruzeiro, pela Copa da Primeira Liga, e Godoy Cruz, na estreia da Libertadores, a verdade é que o Atlético só fez jogos de menor expressão, enfrentando times frágeis e bem inferiores tecnicamente. E aí mora o perigo.

Sete vitórias em sete partidas no Campeonato Mineiro significam o que neste momento? Para mim, absolutamente nada. O Galo simplesmente fez o suficiente para bater – sem muitas dificuldades e com raríssimos momentos de brilhantismo – seus rivais. Mas não teve grandes apresentações porque não precisou se esforçar tanto ou porque não conseguiu?

Levando-se em conta os dois principais confrontos do ano, a segunda opção é mais plausível. Contra o Cruzeiro, o Atlético foi engolido. Não criou, não chutou a gol, não teve posse de bola, perdeu o meio-campo e só não saiu do Mineirão goleado porque os atacantes celestes pecaram demais na hora de definir. Diante do Godoy Cruz, outra atuação decepcionante. Enquanto tiveram fôlego, os argentinos, que faziam apenas o primeiro jogo oficial em 2017, dominaram o time de Roger e deixaram de matar o embate nos primeiros 45 minutos. Quando o gás do Godoy acabou, o Atlético cresceu e podia até ter virado, mas não teve chances concretas para isso. No fim das contas o 1 a 1 ficou de bom tamanho.

A preocupação existe e é pra lá de justificável. O Galo precisa melhorar, e muito, para confirmar a expectativa criada em torno dele e se colocar como candidato aos grandes títulos. Felizmente para Roger, o calendário foi generoso neste aspecto. O próximo compromisso pela Libertadores será apenas no dia 13 de abril, contra o Sport Boys-BOL, em tese o pior time do grupo 6. Ou seja, tempo mais que suficiente para que técnico e jogadores identifiquem os problemas e mostrem em campo o que deles se espera.

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