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A queda da ponte: como a relação entre Kalil e vereadores de BH deteriorou

14/10/2021 às 09:12
A queda da ponte: como a relação entre Kalil e vereadores de BH deteriorou

O hall de entrada do Edifício Montesano, na praça Marília de Dirceu, região Centro-Sul de Belo Horizonte, é amplo, de estilo contemporâneo, decorada com plantas, tem área aberta e vista para a rua. É de lá que seu morador mais popular, o prefeito da cidade, costuma conceder entrevistas para jornalistas quando o assunto não é a administração da capital. Há quase cinco anos, em 30 de outubro de 2016, Alexandre Kalil fala, no hall, pela primeira vez como eleito. Acompanhavam Kalil, naquele dia, alguns de seus auxiliares mais próximos durante a campanha: o vice-prefeito Paulo Lamac, que, depois, acabou escanteado, fora da chapa à reeleição e atualmente despacha como interlocutor na Secretaria de Meio Ambiente, o deputado federal Marcelo Aro, rompido com o prefeito desde o início de 2021 e principal algoz nas articulações políticas, o vereador recém-eleito Gabriel Azevedo, que depois viria a romper, fazer as pazes e, recentemente, se distanciar mais uma vez, o consultor Alberto Lage, que trava, desde a semana passada, um duelo no Conselho de Ética da Prefeitura de BH com denúncias contra membros da administração, e o assessor de imprensa Vitor Colares, alvo colateral de uma crise sem precedentes na gestão e na mira de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) aberta na semana passada na Câmara Municipal. 

Quem acompanhou de perto os primeiros quatro anos do empresário no comando da prefeitura, com pouca ou nenhuma resistência por parte do Legislativo belo-horizontino e sem grandes episódios de polêmicas internas, agora se choca com o contraste. A construção deste cenário passa por brigas com antigos aliados, novos parceiros políticos e o planejamento prévio de uma candidatura ao governo de Minas em 2022.

Na visão de interlocutores próximos a Kalil e sua equipe, o ovo da serpente passa a ser chocado ainda nos preparativos da campanha à reeleição, no ano passado. Recém-filiado ao PSD por convite do ex-ministro Gilberto Kassab, o prefeito delega total liberdade e responsabilidades de articulação política para a chapa e organização do comitê a dois homens-chave da administração: o secretário de Fazenda e atual vice-prefeito, Fuad Noman, colocado por Kalil como presidente do PSD municipal, e o secretário de Governo, Adalclever Lopes, ex-presidente da Assembleia e considerado por muitos como um dos mais habilidosos políticos do Estado. 

A dupla começa os trabalhos articulando com partidos e acertam a criação da chapa com a Rede, do ex-vice-prefeito Paulo Lamac, o MDB, de Adalclever, o PP, de Marcelo Aro, o Democracia Cristã, o PDT e, mais tardiamente, com o Avante, do deputado Luis Tibé. Segundo auxiliares, a construção é feita sem muito diálogo com a própria equipe mais próxima de Kalil e de seu coordenador financeiro, Carlos Fabel. Em certo momento, com a campanha prestes a ir às ruas, Fuad Noman se afasta da condução das articulações - haviam reclamações de partidos da chapa sobre a falta de recursos do fundo eleitoral que seriam destinados para as campanhas à Câmara Municipal, o que inviabilizaria candidaturas. Os números antes acertados já não seriam mais colocados em prática. 

Na aproximação com o Avante, a estratégia dos encarregados de Kalil tinha objetivo duplo: atrair um partido com recursos e, de quebra, impedir que o Avante lançasse como candidato a prefeito o vereador Fernando Borja. Pastor evangélico, de direita e crítico de Kalil, Borja defendeu sua candidatura até o minuto final da convenção da legenda que acertou o apoio à reeleição do prefeito. É nesta articulação que um outro entrevero passa a surgir - e com consequências sentidas até hoje. Presidente nacional do partido, Luis Tibé nunca teve relação próxima de Kalil, mas se dá bem com Adalclever Lopes e outros auxiliares da articulação política da prefeitura. Com o deputado, é acertado que o Avante indicaria nomes para compor a prefeitura e teria certo protagonismo na Câmara Municipal. O acordo é seguido, mas sem tanto prestígio quanto o que fora imaginado. 

No final de fevereiro de 2021, por exemplo, Maria Luisa Resende de Oliveira, indicada de Tibé, é nomeada como secretária-adjunta de Esportes e Lazer. Segundo auxiliares, o parlamentar reagiu: esperava que ela assumisse como secretária. No papel de bombeiro, Adalclever Lopes consegue pôr panos quentes na situação, que, por pouco, não retirou do cargo de titular da pasta o ex-atleta Elberto Furtado. Na secretaria, o Avante também emplaca, no mesmo dia, o ex-procurador da Prefeitura de Contagem, Weber Dias de Oliveira, como assessor. Na semana passada, oito meses depois da nomeação, Weber, em nova articulação de Tibé, troca a prefeitura pelo comando da Companhia de Habitação de Minas Gerais (Cohab), órgão do governo de Minas. O movimento foi visto por observadores atentos como um sinal claro de que o deputado, nas trincheiras de Minas, vai pender para o lado do governador Romeu Zema (Novo). 

O rompimento

As digitais de Zema também aparecem na mais importante ruptura dos últimos meses envolvendo Kalil. Antes um parceiro do círculo mais íntimo do prefeito e um de seus mais importantes articuladores, o deputado Marcelo Aro inicia conversas para emplacar o pai, o deputado estadual Zé Guilherme (PP), como líder de um novo bloco na Assembleia Legislativa, alterando a composição do grupo considerado "independente", nem base e nem oposição, liderado pelo presidente da Assembleia, Agostinho Patrus (PV). 

O movimento acaba não avançando, mas deixa feridos pelo caminho: nem Patrus nem Kalil gostam da articulação do deputado, considerada na prefeitura como um "ataque frontal" ao presidente da Assembleia e um desrespeito ao prefeito, que tem Zema como principal adversário na disputa eleitoral que virá. Surge, a partir daí, uma nova crise, gerando o rompimento entre Aro e Kalil. 

Visto no Congresso Nacional como um dos deputados de maior capacidade de articulação, Marcelo Aro também cultivou sua influência na Câmara de BH. Entre os parlamentares da cidade, é comum a referência à "Bancada do Aro", composta por vereadores muito próximos ao deputado. São eles: Juliano Lopes (Agir), Rubão (PP), Wilsinho da Tabu (PP), José Ferreira (PP), Wesley da Autoescola (PROS), e Professora Marli (PP), mãe do parlamentar. Também se aproximaram de Aro Nely Aquino (Podemos), Marcos Crispim (PSC), Reinaldo Gomes (MDB) e Cláudio do Mundo Novo (PSD). O grupo, se somando à oposição - composta pelos três parlamentares do Novo, os dois vereadores da direita, Nikolas (PRTB) e Ciro Pereira (PTB), e Flávia Borja (Avante) - geraram a Kalil sua primeira grande derrota na Câmara, no início de março. 

Na época, a prefeitura vislumbrava contrair um empréstimo de quase R$ 1 bilhão junto ao Banco Mundial para fazer obras na região do Vilarinho. O projeto, visto internamente como uma questão pessoal do prefeito, o qual afirmara durante a campanha que iria realizar obras no local, tramitava há algum tempo na Casa e precisava de 27 votos para ser aprovado. O líder do prefeito na Câmara, vereador Léo Burguês (PSL), garantiu que o texto passaria. Por um voto, o projeto foi rejeitado. Correligionário de Kalil, o vereador Cláudio do Mundo Novo não votou. Oficialmente, o parlamentar afirma que teve problemas com a internet e não conseguiu protocolar seu voto no sistema da Câmara. O contexto daquele dia, no entanto, vai adiante. Cláudio é ligado ao deputado federal Eros Biondini (PROS) e, em 2020, preocupado com a dificuldade de eleger candidatos na chapa do PROS, Biondini pede a Marcelo Aro que ajude Cláudio. Aro o leva para o PSD - uma bomba para os outros candidatos do partido do prefeito, que chegam a marcar uma reunião de emergência para tentar impedir a candidatura do apadrinhado de Eros Biondini. Apesar da resistência, Aro convence Kalil de que Cláudio deveria permanecer. Por essa "fatura", Cláudio seguiu a orientação do congressista na votação.

O grupo de vereadores ligados ao deputado federal também lideraram outros dissabores para o prefeito, como a criação da CPI da Pandemia, criada para fazer um pente-fino nos gastos da prefeitura com as medidas de prevenção ao Covid-19, e, mais recentemente, com a instalação de um novo colegiado de inquérito, este para investigar supostos casos de nepotismo, funcionários fantasma e outras irregularidades na administração municipal.

A reação de Kalil à derrota no projeto do empréstimo vem a cavalo. No mesmo dia, a secretária pessoal do prefeito, a mando dele, dispara um e-mail a todos os secretários municipais e presidentes de autarquias da prefeitura alertando: estavam proibidas reuniões com os vereadores que votaram contra o projeto. O episódio, até hoje, gera ecos. Na semana passada, 21 vereadores assinaram um ofício à prefeitura afirmando que vetar o diálogo com parlamentares, como fez o prefeito, poderia ser considerado como uma infração político-administrativa - este tipo de infração pode, por exemplo, basear um pedido de impeachment. O recado da Câmara, aliás, era claro também pelo número de parlamentares que assinaram a moção. Para abrir um processo de impeachment, são necessários, justamente, 21 vereadores. 

Entre os signatários da peça, estava a presidente da Câmara Municipal, Nely Aquino (Podemos), que, a cada dia, também dá sinais sobre a relação desgastada com a prefeitura. Eleita em 2018 com apoio de Kalil, a vereadora foi reconduzida ao cargo no final do ano passado em uma disputa curiosa. Inicialmente, a estratégia de um grupo interno da prefeitura, liderado pelo líder de Kalil na Casa, Léo Burguês, era lançar Bruno Miranda (PDT) como candidato do prefeito. O nome do pedetista não decolou, e o Executivo passa a fazer um "apoio discreto" ao nome de Nely.

Em meio a isso, por iniciativa de Guilherme Papagaio, assessor do gabinete de Kalil, uma articulação paralela é iniciada: lançar o nome de Irlan Melo (PSD) como candidato. Melo havia divulgado seu apoio público a Nely dias antes, mas acabou sendo convencido que a estrutura da prefeitura teria condições de elege-lo. A candidatura não durou nem 12 horas, com aliados de Nely demovendo a ideia Irlan. O episódio gerou rusgas ainda não curadas na relação entre Câmara e Prefeitura.

De fora e de dentro

Antes presidente do PHS municipal, antigo partido de Kalil e Marcelo Aro, Papagaio sempre atuou como um auxiliar nas articulações políticas. Desde o final de 2018, no entanto, o principal nome para a atuação é o do ex-presidente da ALMG Adalclever Lopes. Nomeado como assessor do prefeito uma semana depois da eleição de 2018, quando terminou em 4º lugar na disputa pelo governo de Minas, se candidatando pelo MDB, Adalclever teve atuação discreta nos primeiros meses - atuava, com mais afinco, nas interlocuções com outros Poderes e Brasília. 

A partir da campanha para a reeleição, em 2020, o secretário de Governo passa a ganhar mais espaço. Quem já se sentou com Adalclever para conversar, pontua que o ex-deputado é uma pessoa de fácil trato, simpática e que costuma buscar por acordos. Internamente, na prefeitura, o secretário passou a gerar desconfortos por, supostamente, fazer acertos com vereadores e, depois, não cumpri-los. O desconforto entre ele e Alberto Lage, ex-adjunto de Adalclever na pasta, passa por aí. 

Segundo Lage, Adalclever teria acertada a nomeação de indicados de um vereador na prefeitura. O acerto acabou não avançando por outras razões, mas o adjunto acabou levando a culpa por, supostamente, não gostar do partido do parlamentar. Em outros momentos, reclama-se internamente que Adalclever teria dificuldades em relatar problemas ao prefeito Kalil, o que fazia com que outros interlocutores da prefeitura o fizessem, aumentando o desgaste entre colegas. 

Ex-presidente da Assembleia entre 2015 e 2018, Adalclever Lopes manteve o bom relacionamento com a instituição. Alguns vereadores relatam que o secretário de Governo costuma tentar alinhar os partidos que compõem da base de Kalil na Câmara Municipal com as mesmas legendas que integram o grupo independente do atual presidente do Legislativo estadual, Agostinho Patrus. Auxiliar de Lopes, o ex-deputado Iran Barbosa nega essa movimentação. 

Além de Barbosa, Adalclever Lopes se cercou de aliados na prefeitura. Após a saída de Lage, o secretário leva, para atuar com ele, o ex-vice-prefeito de Brumadinho Breno Carone, também do MDB, e o ex-vereador de Coronel Fabriciano Leandro Xingó, o Xingózinho. 

Durante a tramitação do projeto que criava um auxílio emergencial em Belo Horizonte e do programa Reativa BH, o secretário de Planejamento, André Reis, a secretária de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania, Maíra Colares, e o secretário de Fazenda, João Fleury, passaram a dialogar diretamente com a presidente da Câmara, Nely Aquino. A interlocução direta, sem passar por Adalclever e pelo líder de governo na Casa, Léo Burguês, foi vista como uma ação para "pular" dificuldades. Havia, também, diálogo com os vereadores vetados pelo prefeito. É comum, entre os parlamentares, o relato de que é melhor fazer uma interlocução direta ou com o vice-prefeito Fuad Noman. 

Outro ruído interno com o secretário acontece junto à secretária de Cultura, Fabíola Moulin, que recebe pedidos para nova análise de liberação do estacionamento de uma igreja construída na região Central de Belo Horizonte, feito na área de casas tombadas e que teriam sido demolidas de forma irregular. A demanda nunca avançou dentro da pasta.

A nova briga

Comandada pelo vereador Gabriel Azevedo (sem partido), a CPI da BHTrans acaba também se tornando um novo fator de desgaste a Adalclever. Durante os trabalhos da comissão, Lage, em depoimento, diz ter presenciado uma reunião de Adalclever em que é relatado um suposto acordo com empresários do transporte público para financiar campanhas eleitorais no ano que vem. O secretário entra de vez na mira dos vereadores. Em mensagem de texto ao diretor de imprensa da prefeitura, Vitor Colares, Gabriel Azevedo relata sobre os trabalhos da comissão, e escreve: "por mais que o prefeito seja burro, uma ideia tão idiota não seria gestada sozinha. Adalclever vai pagar muito caro". 

Pressionado, Colares mostra a mensagem para o prefeito Kalil, que chama Adalclever Lopes e exibe o envio ao secretário. No mesmo dia, Lopes registra uma notícia-crime contra o vereador por suposta ameaça. Um dia antes, Gabriel havia enviado mensagem a Adalclever questionando sobre o fechamento do comitê criado para debater o reajuste da tarifa de ônibus e a BHTrans. "Eu quero saber se o comitê volta ou se eu vou tomar as providências que devo tomar sobretudo contigo. Eu me lembro muito bem de todos os fatos até aqui. E sei do que você fez e do que você faz. E você já me conhece o suficiente para saber que eu faço o que precisa ser feito para defender o que considero correto para Belo Horizonte. Sigo disposto ao diálogo e ao que considero soluções mais inteligentes e positivas para a capital. No seu aguardo. Não sou moleque para receber decisão de fechamento de comitê por diário oficial sem conversa prévia. Se a prefeitura quer agir assim, fica muito prejudicado o diálogo entre os poderes. Lamentável", escreve o parlamentar. A mensagem também é colocada na notícia-crime registrada. 

Irritados com o registro da notícia-crime, os vereadores passam a acelerar a criação de uma nova CPI para investigar possíveis casos de nepotismo e funcionários fantasma na prefeitura. O nome de Colares é colocado no pedido de abertura da CPI - em agosto, a esposa do assessor, que atua na prefeitura desde 2018, havia sido promovida na subsecretaria de Comunicação Social. Os dois se conheceram no Executivo, já nomeados. Na comissão, a ideia dos parlamentares é checar se a promoção foi legal, mas também tentam encontrar indícios de irregularidades em outras áreas do Executivo. 

O mapa da Casa

Atualmente, a base de Kalil está em seu pior ponto desde o início do mandato. O prefeito perdeu nomes relevantes na composição do grupo, como os vereadores Reinaldo Gomes (MDB) e Marilda Portela (Cidadania). Gomes, do mesmo partido de Adalclever, deixou a base em maio depois de não ter demandas atendidas. Cláudio do Mundo Novo (PSD) também tem pendido para integrar o grupo "independente". A grande questão nos últimos dias tem pintado sobre o Avante. Com a recente aproximação de Tibé com Zema, há dúvidas sobre como irão atuar Claudiney Dulim, vice-líder de governo na Casa, e Juninho Los Hermanos. Oficialmente, a retórica é que o partido não irá entrar em brigas que prejudiquem a cidade. 

A relação com Gabriel Azevedo também tem sido feita com idas e vindas. Antes aliados muito próximos, Azevedo e Kalil passaram o primeiro mandato praticamente sem se falar - no final de 2016, os dois brigaram durante divergências sobre a articulação para a eleição da Mesa Diretora da Câmara na época. No final de 2020, com ambos reeleitos, uma nova reaproximação foi feita. Em alguns momentos, Gabriel passou a ser cogitado como possível substituto de Léo Burguês na liderança do governo na Casa, mas a mudança nunca avançou. O estreitamento da relação de Gabriel com Nely Aquino e Juliano Lopes, e a relação conturbada entre o parlamentar e Adalclever acabaram empurrando o vereador para fora da base. 

Outra derrota sentida pela prefeitura na Câmara foi a aprovação de mudanças no regimento interno da Casa que, em tese, encurtariam o caminho dos vereadores para a derrubada de decretos. No dia da votação, em agosto, Kalil ficou irritado e disparou, na imprensa, contra parlamentares. Na época, uma nova "lista de vetados" foi feita, incluindo Bim da Ambulância (PSD), Irlan Melo e, novamente, Cláudio do Mundo Novo, que votaram pela mudança. Curiosamente, os três são correligionários do prefeito. Bim, nas últimas semanas, conseguiu reconstruir a ponte com o Executivo e retornou à base. 

Aos poucos, a animosidade entre parlamentares e a prefeitura tem se intensificado. Os recados da Câmara vão em direção a uma possibilidade cada vez mais real de um posicionamento mais direto da Casa. Hoje, é bom lembrar, a Mesa Diretora guarda em sua gaveta cinco pedidos de impeachment do prefeito: os motivos são variados e três são do mesmo autor, o advogado Mariel Marra. 

Com trabalhos da pré-campanha ao governo de Minas já iniciados, Kalil planeja ficar na prefeitura até seu aniversário, anunciando sua saída para se candidatar em 25 de março. Até lá, serão cinco meses de tensão, mais recados trocados e, é fácil prever, novas reviravoltas em relações.

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