José Lino Souza Barros

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Quando tudo pede um pouco mais de calma

da psicóloga e coach Rosa Abaliac

15/01/2018 às 11:40
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Vivemos na correria. Corremos de um lado para outro. No trânsito, na esteira, nas ruas. Corremos para pegar o voo, para chegar ao trabalho, para pegar o filho na escola. Corremos com a matéria atrasada da escola e com as aulas de inglês. Corremos até para sermos mais “maduros”, para parecermos mais “bem sucedidos”, para aparentar felicidade. É tanta correria que quando temos um tempo livre, não sabemos administrar a calma que esse tempo pode nos proporcionar.

Queremos aproveitar esse tempo para fazer mil coisas legais, e, quando a gente menos percebe, olha lá a gente correndo de novo: pra pegar um lugar bom no show, pra fila do restaurante, pra praia, pra visitar aquela exposição. Corremos também, para as redes sociais, para vigiar a vida dos outros ou para postar a nossa no minuto de cada flash.

Existem pessoas ligadas no 220, ou seja, agitadas da hora que acordam até a hora de deitar. Elas simplesmente não conseguem parar, pois têm uma necessidade constante de estar em movimento. Precisam tomar remédios para dormir. Não aprenderam a relaxar por conta própria.

Não percebem que a pausa também faz parte da música, que a parada também faz parte da dança e que o silêncio também faz parte da fala. Parar não é estagnar, não é comodismo e nem insegurança. (...) Parar, não é perder tempo, ao contrário, é ganhar tempo lá na frente. É evitar decisões precipitadas, é balancear as perdas e os ganhos.(...) 

Quem nunca consegue ter seus momentos de pausas, reflexões e meditações também não consegue se conhecer bem. Minha dica é: se dê uma folga, tire uma horas, um dia, uma semana, para estar com você e faça acontecer a pausa que sua vida tanto necessita. A pausa é sua, de mais ninguém, portanto desfrute do jeito que quiser.

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