Emanuel Carneiro

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O superclássico de Robinho

23/10/2017 às 12:36

(Bruno Cantini/Divulgação)

O Atlético 3 x 1 Cruzeiro deixa no ar alguns pontos importantes para esticar a prosa.

Antes de tudo, um clichê: é normal no ciclo do futebol mineiro o Galo vencer o Cruzeiro e o Cruzeiro vencer o Galo.

O Cruzeiro entrou com mais condições em campo, com melhor astral e um banco de reservas mais completo. O Atlético vinha de uma derrota feia para a Chapecoense e com obrigação de se superar.

O primeiro tempo foi todo do Cruzeiro, com Roger Bernardo, Robinho, Fred e Otero jogando muito mal.

Veio o segundo tempo, mais ou menos no mesmo ritmo, e a entrada do Yago já melhorou alguma coisa no time atleticano.

Mano Menezes fez três alterações que não deram certo, a pior delas a mexida desastrosa no meio-campo. Sóbis e Rafael Marques nada acrescentaram. Ao contrário, Yago, Clayton e Cazares foram acertos do Oswaldo de Oliveira.

Em 20 minutos o Atlético fez três gols e quase saiu o quarto com Cazares diante de um Cruzeiro assustado, nervoso e sem reação, principalmente na parte ofensiva.

Arrascaeta, grande talento, estava perdido na posição para a qual foi escalado e Ezequiel na lateral foi a avenida onde o Atlético encontrou o caminho mais fácil para o gol.

Robinho há algum tempo não vinha bem e chegou a sofrer humilhações injustas quando Micale dirigiu o time.

Não é mais o garoto imarcável de antigamente, mas ainda tem lampejos do famoso “Menino da Vila”.

Além de Robinho, o Galo contou com outra grande atuação de Fábio Santos, incansável atacando e defendendo, e uma zaga com Leo Silva e Gabriel que suportou a grande pressão celeste quando o Cruzeiro estava melhor em campo.

Para finalizar, a pergunta que não quer calar: Por que o Atlético insiste em encolher a sua torcida e perder dinheiro jogando no Independência? 

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