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Estamos perdendo o jogo

As imagens não cansam de ser exibidas nas TVs e nas redes sociais. A praga da violência está aumentando nos estádios brasileiros, sem razões aparentes. Apenas brigam por brigar, agredir por agredir.

15/10/2013 às 06:19
Estamos perdendo o jogo

As imagens não cansam de ser exibidas nas TVs e nas redes sociais. A praga da violência está aumentando nos estádios brasileiros, sem razões aparentes. Apenas brigam por brigar, agredir por agredir. Agora não são mais as ações contra adversários e as brigas passaram para torcidas do mesmo clube, o chamado “fogo amigo”.

“A violência é sempre terrível, mesmo quando a causa é justa” (Friedrich Schiller);

Se não forem tomadas providências sérias vamos perder o jogo. Não só nos estádios, mas nas escolas, nas ruas, no trânsito, contra os idosos, as mulheres e as crianças. E é fácil perceber, ela não está mais apenas nas áreas mais excluídas. Pegou geral.

O que estamos assistindo nas grandes cidades é um absurdo sem tamanho, e os políticos e as autoridades estão demorando demais a tomar atitudes mais sérias.

Manifestante é uma coisa, bandido mascarado é outra. Quebrar bancos, lojas, queimar ônibus são atitudes terroristas. Não reivindicam nada, apenas não respeitam a autoridade nem o patrimônio alheio.

Trazendo o assunto para mais perto de nós, Belo Horizonte parece a capital brasileira da pichação.

O mobiliário público está totalmente danificado, acabou o respeito pelo patrimônio alheio.

Violência no futebol é derrota. São tribos, bandos, marginais. Isto não é e nunca foi torcida organizada.

Várias mortes já aconteceram aqui em BH. Alguns torcedores estão na cadeia e a violência não cessa.

A polícia, a justiça, as autoridades precisam se juntar e criar um mutirão antiviolência. Urgente.

Não podemos tirar do brasileiro o direito de ter a sua grande alegria: ir à um estádio de futebol.

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