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Os novos presidentes

Embora mantendo seus treinadores, Cruzeiro e Atlético fizeram mudanças mais radicais e os que agora assumem o comando encontram contas urgentes a pagar devido à quebra geral no futebol brasileiro que gasta mais do que arrecada

15/12/2017 às 05:07

Jaci Silveira/Cruzeiro, Carlos Cruz/América e Bruno Cantini/Atlético

Há novidades importantes no futebol de Minas. Cruzeiro, Atlético e América mudaram as diretorias com novos planos, as mesmas dificuldades, um calendário povoado de competições importantes e gordas premiações no caso de bons desempenhos.

Embora mantendo seus treinadores, Cruzeiro e Atlético fizeram mudanças mais radicais e os que agora assumem o comando encontram contas urgentes a pagar devido à quebra geral no futebol brasileiro que gasta mais do que arrecada.

Mas cada um no seu quadrado.

O Galo fez um mal 2017. Queira ou não a equipe é perdedora, eliminada nas competições oficiais, chegando ao cúmulo de perder a Copa da Primeira Liga para o Londrina. Sérgio Sette Câmara já desfechou seu projeto desde os primeiros momentos em que assumiu com três pontos fundamentais: a redução de despesas, o rejuvenescimento do elenco e a mudança radical nas divisões de base.

O Cruzeiro tem o prêmio de uma fase de grupos de Copa Libertadores e garantia de oitavas de final de Copa do Brasil. Precisa mudar o seu lado político. Isso não é tudo, mas também não é pouco. Há uma qualidade indiscutível do elenco e carência em posições básicas: laterais, direita e esquerda, e um finalizador de qualidade, já que Sassá caiu na vala daqueles atacantes duvidosos. 

O América é menos cobrado pela torcida, mas o entusiasmo pela conquista da Série B não pode ser esfriado. Marcus Salum sabe onde pisa e tem credito enorme junto aos americanos.

A Copa do Mundo, de 14 de junho a 15 de julho, vai dividir o interesse do público e a campanha das Eliminatórias recuperou o ânimo dos brasileiros.

Seja bem-vindo 2018, para os mineiros e para o Brasil.

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